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Natal/RN: cidade das dunas tem muito mais para visitar

  • Foto do escritor: Leci Rech
    Leci Rech
  • 25 de fev. de 2024
  • 3 min de leitura

Atualizado: 25 de fev. de 2024

Visitar Natal, capital do Rio Grande do Norte, é se perder nas dunas, andar de buggy, entrar em suas lagoas, registrar suas praias em lindas fotos e, é claro, visitar o Morro do Careca, uma Zona de Proteção Ambiental desde 1997.

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O cartão postal de Natal é uma duna com 107 metros de altura que está dividida em areias e uma cobertura muito verde. É a restinga, vegetação geralmente baixa. Sua característica é de fixação das dunas litorâneas, o que permite a restinga dar proteção contra os ventos erosivos. Em 2011, o Morro do Careca passou a ser um Monumento Ambiental, designação dada pelo Conselho Estadual do Meio Ambiente - Conema.


O Morro do Careca, cartão postal de Natal, dá vida a Ponta Negra, uma região que já foi habitada por indígenas em 1650.

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O nome do bairro teve origem nas pedras escuras que foram encontradas no local, entretanto já foi chamado de Cabo de São Roque e Ponta Preta. Mais tarde o nome Ponta Negra caiu no gosto popular.


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Ponta Negra já esteve sob o domínio holandês no início do século XVII. A Vila de Ponta Negra que já foi habitada por indígenas, também já teve a presença de pescadores, rendeiras e agricultores.


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Ficamos na praia de Ponta Negra. Nossa hospedagem no Hotel Majestic foi uma boa escolha. Apesar de seguir com uma decoração bastante antiga, o hotel serve um café da manhã pra ninguém botar defeito. Bom atendimento. O entorno do hotel é rico em opções gastronômicas, com restaurantes por quilo, a la carte e pizzarias.



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O artesanato está fortemente presente em Ponta Negra com uma feira permanente na Avenida Eng. Roberto Freire, 3800. E o que não falta é o caju em todas suas formas pra vender. Uma delícia.


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À noite, nas sextas feiras e sábados um animado Forró Pé de Serra alegra a feirinha.


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E olhem só o que encontramos na feirinha, como decoração, o velho e conhecido orelhão em forma de caju. Ele foi criado na década de 70 e sua inauguração para uso público ocorreu em janeiro de 1972. Inicialmente foram instalados orelhões no Rio de Janeiro e São Paulo. O orelhão foi criado pela arquiteta Chu Ming Silveira, nascida em Xangai. Ela chefiava o Departamento de Projetos da Companhia Telefônica Brasileira quando surgiu a ideia de um telefone de uso público. Em 2001, o Brasil contava com 1,38 milhões de telefones públicos, espalhados no país, funcionando com fichas. O protetor para telefones, feito em fibra de vidro e acrílico atendeu as necessidades, sendo eficiente na faixa de 40 à 90 decibéis.  


Escadaria de Mãe Luiza

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A escadaria de Mãe Luíza com 133 degraus foi construída depois de um deslizamento de terra que destruiu 85 casas. As fortes chuvas do dia 13 de junho de 2014 deixaram um rastro de muita destruição. Agora, com a remodelação, a escadaria ganhou novas luminárias, o que dará maior segurança aos frequentadores dessa região. A escadaria ganhou esse nome em homenagem a Mãe Luiza, uma das primeiras moradoras do bairro. Entre as versões, Joana Luíza Pirangi, na década de 20, foi uma parteira que muito ajudava a comunidade. Sua generosidade se tornou uma lenda e seu nome está no Bairro Mãe Luíza criado em 1958, no farol e na escadaria.



*Alguns dados desse post foram pesquisados no site nataldasantigas.com.br Matéria: Genealogia dos Bairros: Mãe Luíza – escrito pelo Prof. Dr. Lenin C. Soares e pela Profª Ruth S. Correia.


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Cajueiro de Pirangi - Parnamirim

 


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